Pular para o conteúdo
Ensino Nacional

Postagem de História Ilimitada

28 de julho de 1938. Grota de Angico, sertão de Sergipe. Naquela madrugada, Lampião e parte de seu grupo estavam acampados na Fazenda Angicos, área que hoje pertence a Poço Redondo. Depois de anos escapando das forças policiais que percorriam o Nordeste em sua perseguição, Virgulino Ferreira da Silva seria surpreendido por uma volante de Alagoas. No comando estava o tenente João Bezerra da Silva. A tropa cercou o esconderijo e atacou de surpresa. Pesquisa da Universidade Federal de Sergipe registra o uso de metralhadoras Hotchkiss, armamento que deu à força policial enorme poder de fogo. O confronto terminou com 11 cangaceiros mortos. Entre eles estavam Lampião e Maria Bonita, além de Alecrim, Colchete, Elétrico, Enedina, Luiz Pedro, Macela, Mergulhão, Moeda e Quinta-feira. Do lado policial, morreu o soldado Adrião Pedro de Souza. Depois do combate, os corpos dos 11 cangaceiros foram decapitados. Fotografias feitas em Piranhas, Alagoas, registraram as cabeças e objetos recolhidos após Angico, imagens que se tornariam documentos marcantes do fim de Lampião. João Bezerra passou a ser nacionalmente associado à operação. Mas há uma diferença importante: ele comandou a força que matou Lampião. Isso não prova que tenha sido o autor do disparo fatal, cuja autoria aparece de forma divergente nos relatos históricos. Em 1940, Bezerra publicou “Como Dei Cabo a Lampião”, apresentando sua versão sobre o combate. Passou para a reserva da Polícia Militar de Alagoas em 1955 e morreu em Garanhuns, Pernambuco, em 4 de dezembro de 1970, aos 72 anos. Lampião e Maria Bonita se tornaram nomes conhecidos por gerações. Já João Bezerra, que comandou a operação que terminou com os dois, permanece muito menos conhecido pelo grande público. Você já tinha ouvido falar dele? Siga @historiailtda para ver a história como você nunca viu.
28 de julho de 1938. Grota de Angico, sertão de Sergipe.
Naquela madrugada, Lampião e parte de seu grupo estavam acampados na Fazenda Angicos, área que hoje pertence a Poço Redondo.
Depois de anos escapando das forças policiais que percorriam o Nordeste em sua perseguição, Virgulino Ferreira da Silva seria surpreendido por uma volante de Alagoas.
No comando estava o tenente João Bezerra da Silva.
A tropa cercou o esconderijo e atacou de surpresa. Pesquisa da Universidade Federal de Sergipe registra o uso de metralhadoras Hotchkiss, armamento que deu à força policial enorme poder de fogo.
O confronto terminou com 11 cangaceiros mortos.
Entre eles estavam Lampião e Maria Bonita, além de Alecrim, Colchete, Elétrico, Enedina, Luiz Pedro, Macela, Mergulhão, Moeda e Quinta-feira.
Do lado policial, morreu o soldado Adrião Pedro de Souza.
Depois do combate, os corpos dos 11 cangaceiros foram decapitados. Fotografias feitas em Piranhas, Alagoas, registraram as cabeças e objetos recolhidos após Angico, imagens que se tornariam documentos marcantes do fim de Lampião.
João Bezerra passou a ser nacionalmente associado à operação.
Mas há uma diferença importante: ele comandou a força que matou Lampião. Isso não prova que tenha sido o autor do disparo fatal, cuja autoria aparece de forma divergente nos relatos históricos.
Em 1940, Bezerra publicou “Como Dei Cabo a Lampião”, apresentando sua versão sobre o combate.
Passou para a reserva da Polícia Militar de Alagoas em 1955 e morreu em Garanhuns, Pernambuco, em 4 de dezembro de 1970, aos 72 anos.
Lampião e Maria Bonita se tornaram nomes conhecidos por gerações.
Já João Bezerra, que comandou a operação que terminou com os dois, permanece muito menos conhecido pelo grande público.
Você já tinha ouvido falar dele?
Siga @historiailtda para ver a história como você nunca viu.